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There can be only one

Gimme The Prize (Kurgan’s theme)

Words and music by Brian May

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‘..garage and water from the sprinklers
It also left a man’s decapitated body lying on the floor
next to his own severed head,a head which at this time has no name’

‘I know his name’

Here I am I’m the master of your destiny
I am the one the only one I am the god of kingdom come
Gimme the prize just gimme the prize
Give me your kings let me squeeze then in my hands
Your puny princes
Your so called leaders of your land
I’ll eat them whole before I’m done
The battle’s fought and the game is won
I am the one the only one
I am the god of kingdom come
Gimme the prize just gimme the prize

‘Now you die’

‘I have something to say,it’s better to burn out than to fade away…
There can be only one’

Move over I said move over
Hey hey hey clear the way
There’s no escape from my authority – Didn’t I tell you
I am the one the only one I am the god of kingdom come
Gimme the prize just gimme the prize
I am the one the only one
I am the god of kingdom come
Gimme the prize

‘THERE CAN BE ONLY ONE’

Um filme com um cara realmente mau

Este é um teste

Teste.

Maior ou igual, como na escola

Pois é….e como diria a bruxa do velho desenho do pica-pau: “e lá vamos nós”. Mais um ano que se foi, e o melhor de tudo é que 2007 foi um puta ano. Salvo uma terceira guerra mundial nos próximos dias (o que não seria necessariamente ruim, pois até facilitaria as compras de natal) o ano acaberá sendo bem melhor que 2006. Esse blog vai fazer um ano sem deixar saudade alguma da época em que ele foi criado, exceto o fato de eu ser um ano mais novo naquela época.
E que 2008 seja maior ou igual, que 2007.

E viva a “nostalgia infinda”

Outro dia deu na Folha de São Paulo que vão abolir o trema, um dos meus acentos favoritos. Eu devo ser mesmo um cara nostálgico, não no mau sentido, daqueles que vivem no passado e do passado, mas antes, alguém que valoriza os bons momentos que a vida proporcionou e proporciona.
Plutão por exemplo, para mim sempre será um planeta…não engulo essa de astéróide 137340, se fosse pra dar um número ao invés de um nome, que fosse ao menso B612, em homenagem ao pequeno príncipe.
Pelo jeito nossos netos vão rir do trema do mesmo jeito que nós rimos de “pharmácia”, com ph. É phoda. Depois disso, falta só oficializar o “vc”, “tc”, etc….

O Ano de 1995 – Fragmentos

O Pavan sempre pegava no meu pé!

Hoje joguei tanta coisa fora e vi o meu passado passar por mim. Olhando ao meu redor aqui por onde ando, vejo que o ambiente me parece muito mais pós-moderno que funcionalista. Me mudei há quase um ano e com a desculpa de manter o restante da casa arrumada tudo o que “não prestava” ou era esteticamente duvidoso veio parar aqui, no quarto do fundo onde escrevo essas linhas.
Em uma das caixas vieram umas agendas antigas, que já deveriam ter sido jogadas fora há tempos. A grande maioria das pessoas nas páginas finais já são fantasmas veteranos, espíritos com novos (nem tão novos) prefixos de telefone.
Mas lembrar o que passou pode ser uma experiência interessante. Revirando as páginas do ano de 1995, 12 anos atrás, portanto, vêm à tona os tempos da Editora Guia de Fornecedores, primeiro na rua Anhanguera, depois na Dr. Adolfo Pinto, avenida essa onde seria escrito mais um capítulo da minha biografia não escrita muito tempo depois.

Letra do meu pai, com as aberturas e velocidades

No dia 17 de agosto, por exemplo há um recado do Pavan que diz pra eu não esquecer o CD do Pink Floyd, os gibis (não especifica quais), vontade de trabalhar (como se não deixasse isso sempre na editora, pra não esquecer) e 1,50 para o fliperama, que funcionava num outlet onde hoje está uma conhecida universidade.
Em 13 de outubro, uma data bastante duvidosa, encontrei anotações com a letra de meu velho pai, o que me encheu de uma “nostalgia infinda” como diz aquela música linda, e se os meus olhos ardem um pouco agora foi porque de vez em quando da uma saudade do cacete daquele cara.
A lembrança não podia ser melhor. Em uma das muitas sessões de fotos que fizemos juntos, o seu Vicente anotou as aberturas e as velocidades de todas as “poses”, bem como os respectivos fundos coloridos. Esse era meu pai. Esse foi parte do ano de 1995.

Antes do por-do-sol

Achei que o beijo sairia nessa cena!

Tudo bem que estou um pouco atrasado. Assisti esse filme naquele mesmo dia. Mas só pra fazer uma ponte fofa com o que eu disse sobre o(s) filme(s), algumas coisas que temos que dizer na hora acabamos dizendo muito tempo depois. Felizmente o cinema pode redimir amores não declarados com mais facilidade que nós, na vida. Em tempos de inverno, que aliás começa hoje, nada melhor que um filme assim, ao lado de quem a gente gosta. Eu? Bom….eu tenho umas coisas pra fazer.

Pássaro? Avião? Arte Contemporânea?

Agradecemos às pilhas Duracel pela graça alcançada

Sim, a resposta é Arte Contemporânea. Em meio a muitos shows de graça hiper-mega-blaster lotados da última virada cultural, os olhos atentos de uma figura heróica vigiavam a cidade.
Regina Silveira projetou seu Super-X (super herói, night and day - 1997) novamente pela cidade em vários pontos durante a virada cultural, iniciando com a esquina da Rua da Consolação com a Av. Paulista. E estávamos lá pra conferir. (Martinho….puta merda….o que eram aquelas pilhas????).

Zabelê zumbi besouro

Por Dr. Jekyll ou Mr. Hyde

Benza Deus, maldita inspiração dormente, incapaz de forrar meu cérebro com desenvoltura divina e conversação envolvente para os demais. Sinal dos tempos, eu diria.
E esse tempo implacável que atropela e não socorre os mal curados pela perda da juventude?
Cruzes, to ficando velho…to enrugando aos poucos e me deparando com as décadas que já carrego nas costa.
Essa palavra “juventude” hoje soa tão imprópria para mim que até me faz refletir. Então começo, mais logo paro. Não quero dar o braço a torcer.
Prefiro fingir o que não sou a achar que nunca serei.
Será que é por isso que me falta a imaginação? Será que ela se sente melhor na cabeça dos mais jovens, porque lá dentro tem espaço sobrando para ela se alastrar por completo?
Putz! A minha cabeça deve é estar cheio de cobranças, de planejamentos, de alguns compromissos, de algumas economias.
Realmente não sobrou muito espaço para a imaginação.
E sem imaginação fica difícil se sentir um jovem outra vez.
Não me sinto contente com isso. Mesmo que não aceito hoje a verdade ainda estou na procura de um antídoto, algo que me deixe jovem de novo, por completo.
Sinto falta daquelas velhas burradas, de dizer palavras impróprias para o momento, de fazer as coisas sem pensar e de pensar e não fazer as coisas…irônico como não suportava nada disso antes.
Pois bem, antes que os bem envelhecidos venham me criticar dizendo que não estou aproveitando a vida pensando dessa maneira, saibam que posso estar envelhecendo mas que continuo a gostar das mesmas coisas que sempre gostei.. desenho animado, piadas de sacanagem e beijo-abraço-aperto de mão. Puteiro eu não freqüento e revista de mulher pelada nunca me interesaram. E sei que dizendo isso estarei cutucando muito nego que eu conheço.. já estou até na espera de um revide…bem no meio das bolas se bem os conheços.
Fica aqui o meu lamento e o meu contento.
Porém a minha procura não cessou. Se a juventude já era, quem sabe a imaginação não possa voltar e me tratar com mais carinho e compreensão dessa vez?

Até.