A abiogênese do clipe

Outro dia precisei de um clipe de papel. Isso acontece com freqüência e a não ser que o querido leitor ou leitora seja extremamente organizado, não deve existir próximo do computador um porta clipe de papel ou algo que sirva para esse fim.
O lugar onde procuro (e geralmente acho!) os tais clipes é no fundo do porta lápis. Lembrei das minhas aulas de química no KK com a professora Márcia, a primeira aula que matei na vida, já no ensino médio e da geração expontânea. Qual a relação? Acredito piamente que os clipes de papel têm sua origem no escuro, úmido e redonto fundo do porta lápis.
Eles surgem assim, do nada. Pode procurar, porque no fundo do seu porta lápis, há no mínimo um clipe de papel, as vezes melecado, sujo e enferrujado, mas ainda assim, um clipe de papel.

5 Respostas para “A abiogênese do clipe”


  1. 1 Ale Junho 25, 2007 às 10:12 am

    Tudo bem você escreveu sobre ele, mas e a moeda??? (rs)

  2. 2 anacranes Junho 26, 2007 às 7:44 pm

    Já te disse são os meus clipes que criam pernas somem da minha caixa e vão pra tua!

    Ou será o gnomo dos clipes?

  3. 3 tarsischwald Junho 27, 2007 às 6:18 pm

    Lindo, lindo, lindo!

    Acho que a moeda e os clipes fazem parte desse sublime processo de transmutação.

    É a belesma da criação da vida.

    Ou não.

  4. 4 anacranes Julho 4, 2007 às 11:52 pm

    Socorro!!!!!

    O Gnomo dos clipes está me seguindo!!!!

    Agora ele está onde estou fazendo um teste!!!

    Eu devolva meus clipes!

    E se quiser dar as moedas eu também aceito = D


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